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Protóxido de azoto medicinal

Protóxido de Azoto Medicinal Air Liquide Medicinal
Protóxido de Azoto 100%
Gás medicinal liquefeito
Medicamento sujeito a receita médica restrita
Medicamento não comparticipado

A Air Liquide Healthcare tem mais de 90 anos de experiência no fornecimento de gases medicinais e equipamentos relacionados em Portugal. Conta uma equipa de profissionais qualificados para desenvolver serviços adaptando-se às necessidades de cada cliente e de cada paciente.

Indicações terapêuticas:Protóxido Azot Medicinal Air Liquide Medicinal

  • Adjuvante de anestesia geral, em associação com todos os agentes de anestesia administrados por via intravenosa ou por inalação.
  • Adjuvante de analgesia no bloco operatório ou enfermarias, quando se pretende uma indução e recuperação rápida.

Posologia e modo de administração

Posologia: O Protóxido de Azoto deve ser administrado por inalação, em mistura com o oxigénio, numa concentração compreendida entre 50 e 70%. Em mulheres grávidas a concentração administrada é de 50%. Não deve ser administrado durante mais de 24 horas devido à sua toxicidade medular (Ver reacções Adversas). 

Modo de administração: O Protóxido de Azoto só deve ser administrado no bloco operatório ou enfermarias, recorrendo a equipamentos específicos através de ventilação espontânea ou controlada. Fora destas instalações, a utilização de Protóxido de Azoto em analgesia deve fazer-se com uma mistura equimolar de Protóxido de Azoto e Oxigénio 50%/50%. Conforme regulamentação existente, a sua administração exige: • Um misturador de Protóxido de Azoto/Oxigénio que assegure uma concentração de oxigénio (FiO2) sempre superior ou igual a 21%, no qual seja possível alcançar uma concentração de oxigénio (FiO2) de 100% fornecido a partir de um dispositivo com válvula anti-retorno e com um sistema de alarme, em caso de falha de alimentação de oxigénio. • Em caso de ventilação artificial, monitorização da concentração de oxigénio (FiO2). O Protóxido de Azoto deverá ser administrado apenas em salas convenientemente ventiladas e/ou equipadas com sistemas de exaustão de gases a fim de evitar concentrações ambientais excessivas de acordo com as regulamentações aplicáveis. Como agente anestésico: quando utilizado em anestesia geral, o Protóxido de Azoto medicinal é geralmente administrado num intervalo de 35 a 75% (v/v), em mistura com Oxigénio medicinal. Normalmente o Protóxido de Azoto não é, só por si, suficiente para criar uma anestesia adequada, por isso deve ser combinado, em doses adequadas, com outros anestésicos quando utilizado como anestesiante. O Protóxido de Azoto tem interacção aditiva com a maior parte dos anestésicos. O Protóxido de Azoto medicinal em combinação com Oxigénio medicinal, utilizado numa proporção de uma parte de Oxigénio para duas partes de Protóxido de Azoto, cria uma mistura de aproximadamente 66% de Protóxido de Azoto e 33% de Oxigénio originando o equivalente a 63% da CAM (Concentração Alveolar Mínima). Os efeitos do Protóxido de Azoto genericamente não variam com a idade; no entanto, a interacção com outros anestésicos difere com a idade, criando um efeito ligeiramente mais pronunciado em idades mais avançadas. O efeito da diminuição relativa da CAM aumenta a partir dos 40-45 anos. Como agente analgésico/sedativo: o Protóxido de Azoto exibe propriedades analgésicas e sedativas. Quando usado como agente único, em concentrações de 30-60% (v/v), possui efeitos analgésicos e sedativos dose-dependentes. Deve ser administrado durante todo o procedimento e/ou enquanto a dor subsistir. A respiração, a circulação e os reflexos de defesa estão normalmente preservados nestas concentrações. O Protóxido de Azoto não deve ser administrado em concentrações superiores a 70-75% (v/v), valores em que uma concentração de oxigénio mínima é assegurada. Em doentes com a oxigenação comprometida podem ser necessárias fracções de oxigénio superiores a 30% (v/v).

Contra-indicações: Durante a inalação de Protóxido de Azoto, bolhas de gás (embolia gasosa) e espaços internos cheios com gás podem expandir devido à sua elevada difusibilidade. Consequentemente, a utilização de Protóxido de Azoto Medicinal Air Liquide Medicinal está contra-indicada: - Em doentes com sintomas de pneumotórax, enfisema bulhoso severo ou embolia gasosa; - Em doentes que apresentem sinais persistentes de confusão, alteração das funções cognitivas ou outros sinais suspeitos de estarem relacionados com o aumento da pressão intracraniana; - Após a realização de mergulho devido ao risco de problemas relacionados com a descompressão; - Após by-pass cardio-pulmonar recente com circulação extra-corporal; - Durante ou imediatamente após uma pneumoencefalografia; - Após injecções intra oculares de gás (ex. SF6, C3F8), até que se saiba que o gás foi completamente absorvido, devido ao risco de expansão das bolhas de gás podendo desencadear cegueira. - Em doentes com sinais de obstrução intestinal (ileus), pelo risco de expansão das bolhas intestinais. O Protóxido de Azoto Medicinal Air Liquide Medicinal está também contra-indicado em: - Doentes que apresentem hipersensibilidade ao Protóxido de Azoto. - Doentes que apresentem uma diminuição do nível de consciência e/ou de cooperabilidade, quando usado em analgesia, pelo risco de perda dos reflexos de protecção. - Doentes com insuficiência cardíaca ou disfunção cardíaca severa (ex. após cirurgia cardíaca), onde o seu ligeiro efeito cardiodepressor pode agravar a deterioração da performance cardíaca. - Doentes com deficiência na vitamina B12 ou ácido fólico ou com perturbações genéticas a este nível.

Efeitos indesejáveis: O Protóxido de Azoto Medicinal Air Liquide medicinal, quer seja utilizado como agente anestésico quer como agente analgésico/sedativo pode originar os seguintes efeitos indesejáveis: Frequentes (>1/100, 1/1000, <1/10) Doenças gastrointestinais: Náusea Perturbações gerais e alterações no local de administração: Tonturas; Sensação de intoxicação (aplicável apenas quando utilizado como agente analgésico/sedativo). Pouco frequentes: (>1/1000, <1/100) Afecções do ouvido e do labirinto: Sensação de pressão no ouvido médio Doenças Gastrointestinais: Distensão abdominal; Aerocolia. Muito Raros (<1/10000) Doenças do Sangue e sistema linfático: Anemia megaloblástica, Leucopénia Doenças do Sistema Nervoso: Polineuropatia e Mielopatia. Em doentes que apresentem risco ou sinais óbvios de deficiência de vitamina-B12, ou se apresentar sintomas compatíveis com perturbações da metionina sintetase deve ser administrada terapia de substituição da vitamina B12. • RCM APROVADO EM 24-10-2008.

Para mais informações deverá contactar o titular de autorização de introdução no mercado / Esta página foi revista pela última vez em Novembro de 2016

O que é oferecemos?

  • 01

    Segurança

    Garantia de segurança das nossas instalações, processos e produtos. Compromisso com os nossos pacientes e com os profissionais de saúde

  • 02

    Confiabilidade e experiência

    O conhecimento especializado e a experiência da Air Liquide, líder mundial em gases para a indústria e saúde.

  • 03

    Presença local

    90 anos ao serviço da saúde em Portugal